Uma agradável surpresa, tanto pela localização, um palácio renascentista do século XVI, quanto pelo seu interior atual, principalmente pela coleção de pinturas de Guido Caprotti, um italiano que, no início do século XX, teve que passar algumas noites em Ávila, a caminho de Madri, devido a uma forte nevasca, e se apaixonou tanto pela cidade que decidiu ficar. O palácio possui muitas pinturas deste interessante artista, bem como uma parte importante da rara obra escultórica de seu filho, Óscar Caprotti, além de algumas pinturas de Sorolla, retratando os pais da esposa do pintor, Laura de la Torre, e uma sala dedicada a miniaturas de rainhas inglesas. Também é possível visitar as cozinhas e o jardim do palácio. Aliás, não pude publicar a imagem de uma pintura de Caprotti nesta resenha porque se trata de um nu feminino, inclusive com os mamilos cobertos, devido à ridícula política de privacidade desta plataforma.