Gostaria de enfatizar a completa falta de humanidade demonstrada pela Floatel, a empresa que administra o farol. Sabemos que existem políticas de cancelamento, mas também entendemos que há circunstâncias excepcionais. Após um parente próximo ter sido hospitalizado em estado crítico e termos entrado em contato com eles, a governanta nos disse que compreendia a natureza excepcional da situação e que, considerando a documentação comprobatória, não previa problemas em adiar a data. No entanto, a administração respondeu dizendo que não era problema deles e que reteriam o pagamento, sem oferecer qualquer outra solução. Eles têm o direito de agir dessa forma, mas consideramos uma profunda falta de humanidade, visto que, não nos esqueçamos, eles dependem de pessoas.