O Palazzo Reale é aquele edifício grandioso encravado na Piazza del Plebiscito. Dentro, os aposentos reais estão cheios de lustres dourados, pisos de mármore e afrescos ricos dos séculos XVII ao XIX, além de abrigar a Biblioteca Nacional. Por outro lado, a parte externa tem jardins suspensos com vista pro Golfo do mar e pro Vesúvio.
História
Tudo começou lá em 1600, quando o vice‑rei espanhol mandou erguer o palácio pra impressionar o rei Filipe III, mas ele nunca apareceu por aqui! Com o tempo, os austro‑húngaros, os Bourbons e os reis da Casa de Saboia foram deixando sua marca nas reformas. A fachada finalizou em 1616, mas ganhou detalhes barrocos no século XVIII, além de um retoque neoclássico após um grande incêndio em 1837. Em 1919, virou museu e recebeu a Biblioteca Nacional. A Segunda Guerra trouxe danos, mas o prédio foi restaurado entre 1950–54.
O ticket dá acesso aos Aposentos Reais, à Capela, à Sala do Trono, aos Jardins e à Biblioteca.
Não perca a Sala do Trono, a Capela Real e o charmoso Teatrino di Corte, que tem ligação direta com o Teatro San Carlo.
Vá até os jardins suspensos por trás do palácio: é um refúgio verde com mirante para o mar, ideal pra descansar.
Alerta:
Na alta temporada dos cruzeiros e aos finais de semana, é melhor chegar cedo para evitar as enormes filas ou comprar ingresso online.
Curiosidade:
A fachada tem estátuas de oito reis ligados à história de Nápoles, do século XII até a unificação italiana.
A biblioteca abriga mais de 2 milhões de textos, incluindo papiros de Herculano, manuscritos de Leopardi, Tomás de Aquino e Vico: é a maior do sul da Itália!
O Scalone d’Onore atual é de 1858, um espetáculo em mármores variados, que substituiu a versão anterior destruída no incêndio.
O pequeno Teatrino di Corte, dentro do complexo, foi danificado na Segunda Guerra e só reabriu recentemente depois de uma restauração cuidadosa.
É um palácio que não fica devendo em nada aos tradicionais da Espanha e Inglaterra. Demonstra um luxo e bom gosto extremo com tapeçaria, mobiliário e o principal. Esse palácio tem detalhes da cultura da facilidade com o trabalho com mármore que é impressionante.
Separe uma manhã ou tarde para conhecer o Palácio Real de Nápoles porque vale a pena. Se for sem guia, vai explorando sozinho os corredores embaixo das arcadas até achar a bilheteria porque a sinalização é péssima. Para acessar os jardins e parte externa do palácio não é necessário comprar ingresso.
Depois de passar pela entrada a primeira atração do palácio será as escadarias de mármore. Só aí reserve de 20 a 30 minutos porque você vai querer fotografar as escadarias de todos os ângulos.
Logo depois das escadas uma das primeiras salas é a do Teatro da Corte, infelizmente quando fui, tinham professores palestrando para seus grupos de alunos, mas esperei um pouco e logo tive o teatro inteirinho para mim.
As demais salas que vem a seguir são ricamente decoradas. Os tetos estão entre os mais bonitos que já vi em museus pela Europa.
A estrutura é linda mas parece um pouco “cansada”, falta um real investimento e cuidado pra manutenção.
Na entrada fiquei um pouco perdida com a entrada, não há sinalização muito clara e o preço da visita é um pouco caro pro estado do Palazzo (pelo valor, eu esperava ver as coisas mais bem cuidadas).
A localização é ótima e vimos que entraram em reforma em alguns trechos. Espero que melhore a experiência!
O espaço vale a visita enquanto você está passeando pelo centro de Nápoles! Os espaços foram restauradora após o bombardeio da segunda guerra e estão super bem conservados. Se você gosta de arte, vai ficar impressionado com a coleção de tapeçarias, pinturas e frescos disponíveis no espaço. A escadaria de entrada é um show à parte. Os ingressos custam 6 euros à inteira e 3 euros à meia e já incluem um áudio guia gratuito (mas você precisa pedir). Infelizmente varias das 28 salas estão fechadas, mas mesmo assim a visita vale a pena.