A Biblioteca de Adriano é um sítio arqueológico com ruínas imponentes no coração de Atenas, perto da Praça Monastiraki. Apesar do nome, ela não era só uma biblioteca: funcionava também como centro cultural, com salas de leitura, jardins e até auditórios.
História
Foi construída em 132 d.C. pelo imperador romano Adriano, um grande admirador da cultura grega (ele é o mesmo que terminou o Templo de Zeus Olímpico!). O complexo foi destruído em invasões no século III, mas chegou a ser reutilizado e reconstruído nos períodos bizantino e otomano.
A entrada está incluída no bilhete combinado com a Acrópole.
Caso não queira pagar pra entrar, você consegue admirar a maior parte do sítio arqueológico pelo lado de fora.
Combine a visita com a Ágora Romana e o bairro de Monastiraki: tudo pertinho.
Repare nos detalhes das colunas coríntias e nos vestígios das salas internas.
Alerta:
Use sapatos confortáveis, pois o chão é de pedra e pode ser escorregadio em alguns pontos.
Não há muitas sombras nem estrutura no local (sem banheiros ou café). Leve água e chapéu.
Curiosidade:
Apesar do nome, o prédio principal era usado pra armazenar rolos de pergaminho, mas o complexo tinha áreas para debates filosóficos, leituras públicas e ensino.
Durante o período otomano, uma mesquita foi construída dentro das ruínas, e os restos dela ainda estão visíveis hoje.
Era considerado um símbolo do "renascimento cultural" romano sob o comando de Adriano em terras gregas.