O Marché de Fer é o mercado central de Porto Príncipe, um labirinto de bancas e barracas que vendem de tudo: frutas tropicais, temperos, vodu paraphernalia, roupas, artesanato, joias, tecidos e lembranças coloridas. É um verdadeiro mergulho na cultura popular haitiana: caótico, intenso e cheio de energia.
História
O mercado foi construído em 1891, e há uma história curiosa por trás: ele foi originalmente encomendado para o Cairo (Egito), mas acabou sendo comprado pelo prefeito de Porto Príncipe, Fermín Laroche, e instalado no Haiti. Sua estrutura metálica em ferro fundido, que deu origem ao nome Marché de Fer, foi fabricada na França e trazida por navio. Infelizmente, o local sofreu vários incêndios e danos ao longo das décadas, o mais grave deles durante o terremoto de 2010, que destruiu parte do edifício. O mercado foi restaurado e reaberto em 2011, com ajuda do governo do Haiti e do empresário haitiano-israelense Gilbert Bigio.
Prepare-se pra negociar com bom humor: os vendedores são animados e o preço inicial quase sempre é "pra turista ver".
Vá pela manhã, quando o calor e o movimento ainda estão suportáveis.
Leve dinheiro em espécie (de preferência em gourdes).
Fique de olho nas barracas de especiarias e produtos vodu: mesmo que não compre, vale ver a variedade.
Alerta:
Vá com um guia local de confiança, pois eles ajudam na negociação e na segurança.
Evite usar joias chamativas ou câmeras grandes e cuidado com bolsos e mochilas em áreas mais cheias.
Curiosidade:
O mercado foi originalmente encomendado para o Cairo (Egito), mas acabou sendo comprado pelo prefeito de Porto Príncipe, Fermín Laroche, e instalado no Haiti.
Seu design é frequentemente comparado ao da Torre Eiffel, já que foi feito por engenheiros franceses da mesma época.
Dentro, há duas seções principais: uma voltada a produtos de uso cotidiano e outra a artesanato e religião vodu.