Um pavilhão permanente projetado para abrigar duas grandes instalações imersivas da artista Yayoi Kusama: Aftermath of Obliteration of Eternity (2009) e I’m Here, But Nothing (2000). A arquitetura do prédio foi desenhada de forma a se integrar à topografia do terreno, apresentando caminhos sinuosos e uma preparação de espaço pensada para as filas e para a transição do visitante antes de entrar no universo de luzes, espelhos e ilusões de ótica da artista.
Dica/Vantagem:
- Esta galeria possui uma logística de visitação muito rigorosa devido à capacidade limitada no interior das salas (especialmente na sala de espelhos). É altamente recomendável planejar a visita no início do dia ou em horários alternativos para gerenciar o tempo de espera nas filas externas.
- O pavilhão gera enorme curiosidade e deslumbramento visual nos pequenos visitantes, mas exige atenção estrita e preparação emocional dos pais devido ao formato da experiência (tem que esperar pra entrar).
Curiosidade:
- As duas obras expostas representam conceitos centrais na trajetória de Yayoi Kusama, como a "auto-obliteração", ideia em que o indivíduo se dissolve no espaço ao redor.
Maravilhoso, me senti no festival das lanternas na Tailândia.
O Instituto Inhotim é a sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil e considerado o maior museu a céu aberto do mundo.
Um gostinho (bem pouquinho mesmo rs) do Teamlab do Japão no Brasil. São duas salas (se preparem para filas em ambas se forem aos fins de semana). Acho que as duas salas valem a pena. Na primeira só cabem de 3 a 4 pessoas e você fica muito pouco tempo, mas é bem bonito. É uma sala de espelhos e água no chão refletindo lanternas "no infinito", só indo pra entender. A outra é a representação de uma sala de estar com luz negra e bolinhas. Ambas rendem boas fotos, mas deixe o celular pronto e tenha paciência para não borrar as fotos por causa da luz baixa.
Foi uma ideia idiota colocar uma exposição que entram apenas 2 pessoas por vez em um museu do porte do Inhotim. Dá mais de 40 minutos de fila.
E para piorar, a fila de espera fica em uma estufa de bromelias, bem abafado e quente.
Essa galeria permanente fica no eixo laranja do parque e expõe 2 instalações imersivas da renomada multi artista japonesa Yayoi Kusama. É um espaço de transição entre o parque e as obras e recebe os visitantes com um jardim lindíssimo que possui mais de 3500 bromélias.
As obras possuem dimensões bem delimitadas e por isso têm o acesso controlado. O tempo de visita é muito curto, mas vale cada segundo. Para ver “Aftermath of obliteration of eternity”, é necessário pegar ingressos que são distribuídos alguns minutos antes de cada sessão.
E não esqueça de dar uma passada nos banheiros quando visitar a galeria! São os mais bonitos de Inhotim!
Uma das minhas favoritas! É uma verdadeira imersão no espaço. É uma sensação de ser transportado para outra dimensão por meio das luzes, cores, velas, etc. Recomendo demais!