Um pavilhão permanente dedicado a exibir um conjunto de trabalhos de Valeska Soares que exploram a relação entre o corpo, o espaço, a memória e a linguagem. A galeria abriga obras icônicas da artista como Folly (2005-2009) e Too To (2005), utilizando espelhos, projeções de vídeo e arquiteturas que borram as fronteiras entre o interior do prédio e o jardim que o cerca.
Dica/Vantagem:
- Esta galeria exige uma postura de contemplação e tempo para absorver os detalhes das projeções e dos efeitos de reflexo.
Curiosidade:
- O termo em inglês folly faz referência a construções arquitetônicas ornamentais comuns em jardins europeus dos séculos XVIII e XIX que não tinham uma função utilitária além de servir como pontos de prazer visual e fantasia no meio da natureza, um conceito que dialoga perfeitamente com a proposta da obra e do próprio parque de Inhotim.
Uma galeria simples, mas divertida. A arquitetura por si só ja traz essa concepção de equilíbrio entre o natural e o artificial. No interior, a sensação é de imersão completa em uma dança suave. Remete à casa do baile de BH.
Uma casa de espelhos no meio do mato. Um bom contraste de natureza e modernidade. Recomendo
trabalha com conceitos de projeção a partir do reflexo presentes nos espelhos que revestem a fachada da instalação. dentro, a sensação de ilusão e verdade é muito poética, vale muito!
Instalação no Instituto Inhotim que é um convite para dançar. Absolutamente necessário conhecer.