Uma galeria permanente instalada em uma antiga sede de fazenda datada do século XIX, que foi totalmente restaurada e adaptada para receber a obra Continente/Nuvem (2008), da artista mineira Rivane Neuenschwander. A instalação ocupa o forro de madeira de toda a casa, onde um circuito fechado de ar movimenta centenas de pequenas bolinhas de isopor sobre uma película plástica transparente, imitando o movimento orgânico de nuvens ou o fluxo de um mapa mutável.
Dica/Vantagem:
- A obra se insere em um processo recorrente na pesquisa artistica de Rivane. Desta maneira, Continente/Nuvem reflete sobre os grandes fluxos migratórios e os mapas em sucessivas transformações, que constantemente alteram a geografia global.
- Fica em uma antiga casa de fazenda preservada dentro do parque.
- Aqui do lado fica uma das lanchonetes do parque, famosa pelo cachorro-quente.
Curiosidade:
- A obra Continente/Nuvem (2008) conta com 50 placas translúcidas que sustentam 13 quilos de bolinhas de isopor se movendo aleatoriamente (graças a um sistema de ventilação).
- Esta é uma das edificações mais antigas do museu, que se utiliza de uma construção remanescente da antiga Fazenda Inhotim datada de 1874.
A obra G13, de Rivane Neuenschwander, tem uma proposta interessante e proporciona uma experiência relaxante, convidando à contemplação e à pausa durante o percurso pelo Inhotim. Ainda assim, apesar de ser uma obra agradável, não está entre as mais marcantes ou interessantes do museu. Vale a visita, mas não é um dos grandes destaques.
Mais um trabalho muito bacana. Fica na casa, conforme informação, mais antiga da antiga fazenda que hoje é o museu.
Local de paz e tranquilidade.