Um pavilhão permanente que abriga o conjunto de cinco instalações imersivas e plurissensoriais conhecidas como BLOCO-EXPERIÊNCIAS in COSMOCOCAS – Programa in Progress (1973), criadas pelo artista Hélio Oiticica em colaboração com o cineasta Neville D’Almeida. Cada uma das cinco salas (CC1 a CC5) constitui um ambiente único que combina a projeção de slides nas paredes, trilhas sonoras específicas e elementos físicos interativos no espaço que desestabilizam e convidam o corpo do visitante a agir.
Dica/Vantagem:
- O maior hit infantil de Inhotim! É o lugar onde as crianças podem, literalmente, pular nos colchões, balançar nas redes e brincar com as projeções de luz. Perfeito para gastar energia.
- Para vivenciar a galeria plenamente, os visitantes devem retirar os sapatos na entrada e se permitir sentar, deitar ou caminhar pelos diferentes relevos e texturas do chão.
- Se as crianças (ou você) quiserem entrar na piscina da sala CC3, lembre-se de levar trajes de banho e toalha na mochila durante o passeio pelo Eixo Laranja.
- Depois, desça caminhando para encontrar, logo abaixo, um dos maiores ícones do Inhotim: a obra Troca-troca, de Jarbas Lopes (os famosos "fusquinhas coloridos").
Curiosidade:
- Os artistas utilizavam a cocaína pura como uma espécie de maquiagem (termo que chamaram de "mancoquilagem", unindo o nome do líder inca Manco Cápac com a palavra maquilagem) sobre superfícies como capas de livros, discos e revistas de grandes ícones culturais (como Yoko Ono, Marilyn Monroe, Jimi Hendrix e Luis Buñuel).
- A proposta das obras não era fazer apologia, mas sim subverter o uso do pó como um elemento estético de pigmento visual em um laboratório de contracultura, criando ambientes que propunham uma nova forma de experimentar o cinema e o lazer.
Lugar encantador, exemplo de preservação da natureza , oportunidade única de conhecer o maior e mais diversificado Museu ao Céu aberto da América Latina. É Show !
Movimentada, tem que aguardar alguns minutos na fila, mas vale a pena.
Talvez a galeria mais imersiva de todas. É necessário tirar o sapato antes e se prepare pra possivelmente sujar o pé, mas vale a pena. São várias salas: uma com uma piscina coberta na qual é possível entrar e nadar, há um vestiário e pelo menos antigamente lembro de eles fornecerem toalhas, não sei hoje em dia. Em outras duas salas, há projeções e é possível assisti-las deitado em colchões e redes de dormir. E em outras duas salas, o chão é de espuma e há bexigas (obviamente não pode estourar). As crianças (e adultos) se divertem muito. Vale muito a pena e geralmente não tem fila porque ela já é antiga.
No meu ponto de vista, a pior galeria do Inhotim. Arte é subjetivo, assim como amei várias outras, detestei esta! Pra mim, nada além de alusão e apologia ao uso da cocaína. A moça do parque explicou que cada sala retrata as sensações do uso da substância como euforia e travamento (na piscina gelada). Dá pra entender a ideia, mas pra mim é imoral usar a arte para fazer apologia às drogas. Péssimo.
É uma galeria que é uma experiência. A experiência é você andar por uma trilha para chegar até ela, e, quando chega, encontra uma galeria que espelha a natureza com um labirinto imitando a natureza ao redor. A experiência é essa. Dou 4 estrelas, comparado a outras experiências de Inhotim, que realmente são de tirar o chapéu (e o fôlego)