O Museu Etnológico-Missionário é uma galeria única nos Museus Vaticanos, com uma coleção fascinante de objetos e artefatos de culturas de diferentes partes do mundo, especialmente aqueles trazidos por missionários católicos ao longo dos séculos. Você vai encontrar máscaras africanas, utensílios da Ásia, artefatos indígenas e muito mais, tudo com uma forte conexão religiosa e missionária.
A visita está incluída no ingresso dos Museus Vaticanos, não há como visitar só o Museu.
O museu é relativamente pequeno em comparação com outras partes dos Museus Vaticanos, então é fácil passar batido .
A coleção tem uma grande variedade de objetos litúrgicos, muitos dos quais usados em missas e cerimônias tradicionais, com detalhes impressionantes.
Curiosidade:
Este museu foi fundado no final do século XIX com o objetivo de exibir o trabalho missionário dos jesuítas e outras ordens religiosas. As peças que ele reúne vêm de missões em África, Ásia, América Latina e Oceania, refletindo a interconexão entre as religiões e as culturas locais.
Durante anos, ele foi visto como um reflexo do esforço da Igreja em expandir a fé, mas hoje é um espaço que também questiona esse processo através de um olhar mais crítico.
Muitas das peças não são meros artefatos religiosos, mas também são exemplos de como os missionários interagiram com as culturas locais, incluindo objetos de grande valor artístico e etnográfico.
A coleção tem artefatos de algumas das culturas mais remotas e tradicionais do planeta, como povos da Papua Nova Guiné e da Amazônia.
Relativamente recente (foi inaugurado em 1927 pelo Papa Pio. Na verdade, a exposição que hoje podemos admirar foi inaugurada pelo Papa Paulo VI apenas dez anos depois. Esta ala dos museus do Vaticano conserva não apenas os objetos da coleção inicial (que veio da Exposição Missionária Universal que o Papa Pio dos anos, numa exposição variada mas coerente dividida tematicamente. Você poderá ver desde achados pré-históricos de todo o mundo e que datam de mais de dois milhões de anos, até os presentes dados ao atual Pontífice; desde os testemunhos das grandes tradições espirituais asiáticas, até aos das civilizações pré-colombianas e do Islão; desde as produções dos povos africanos até as dos habitantes da Oceania e da Austrália, passando pelas das populações indígenas da América. Existem quatro setores expositivos principais: Ásia, Oceania, África e América, cada um deles dividido em seções geoculturais, nas quais são apresentadas obras e objetos (cerca de 100.000), que datam do século III aC. ao século XIX, que documentam as diferentes formas de religiões em países não europeus. A seleção exposta nas vitrines é suficiente para despertar a curiosidade, principalmente pelas cores étnicas que chamam a atenção dos visitantes distraídos que se dirigem em massa para a saída vinda dos jardins. Fui útil para você? Me dê um like.
Neste museu devem estar os objetos que o Primeiro Ministro do Canadá exige do Papa Francisco.
Aqui existem objetos de diferentes culturas ao redor do mundo. Alguns foram doados aos museus do Vaticano e outros provavelmente não.
Passa despercebido porque não está no caminho para a Capela Sistina.
Em cerca de 10 a 15 minutos você poderá ver isso.