A Praça do Palácio é o coração de São Petersburgo e um dos espaços públicos mais grandiosos do mundo! É uma praça enorme e super imponente, emoldurada pelo majestoso Palácio de Inverno (que abriga o Museu Hermitage) de um lado, e o semicírculo do Edifício do Estado Maior do outro. No centro, reina a impressionante Coluna de Alexandre, um monumento gigante que celebra a vitória russa sobre Napoleão.
História
A Praça do Palácio começou a tomar forma no século XVIII com a construção do Palácio de Inverno. No entanto, sua configuração atual foi moldada no início do século XIX, após a vitória russa sobre Napoleão. O arco do Edifício do Estado Maior, projetado por Carlo Rossi e concluído em 1829, simboliza essa vitória. A Coluna de Alexandre foi erguida entre 1830 e 1834 por ordem do Imperador Nicolau I, em homenagem a seu irmão, o Imperador Alexandre I, que liderou as tropas russas contra os franceses. Projetada por Auguste de Montferrand (o mesmo da Catedral de Santo Isaac), a coluna é um testemunho da engenharia da época, sendo a coluna de granito mais alta do mundo e a mais pesada já erguida por meios não modernos.
A praça fica bem na frente da entrada principal do Museu Hermitage, então é o ponto de partida perfeito para a sua visita ao palácio.
Se visitar no verão, durante as famosas "Noites Brancas", a praça e seus arredores ficam iluminados e a atmosfera é mágica, com o sol se pondo bem tarde.
A praça é palco de diversos eventos, shows e desfiles cívicos. Se tiver sorte, pode pegar algo especial rolando por lá!
Curiosidade:
A Coluna de Alexandre não é fixada à sua base por nenhum tipo de cimento ou parafuso; ela se mantém de pé apenas pelo seu próprio peso! É uma façanha da engenharia da época.
No topo da coluna, há uma estátua de um anjo segurando uma cruz, pisoteando uma serpente, simbolizando a paz que a Rússia trouxe à Europa e a vitória sobre o mal (Napoleão).
A Praça do Palácio foi palco de eventos cruciais na história russa, incluindo o "Domingo Sangrento" (1905) e a Revolução de Outubro (1917), que culminaram na queda da monarquia.