A Cúpula da Rocha é o símbolo mais reconhecido de Jerusalém, com sua cúpula dourada brilhante que domina o horizonte da Cidade Antiga. Construída sobre a rocha sagrada conhecida como Rocha da Fundação, o edifício é um santuário islâmico de grande beleza arquitetônica, cercado por pátios amplos e jardins. Para visitantes não muçulmanos, a visão é externa, mas mesmo assim o impacto visual é impressionante, com mosaicos detalhados e inscrições árabes ao redor da base da cúpula.
História
Erguida em 691 d.C. pelo califa omíada Abd al-Malik, a Cúpula da Rocha foi planejada para marcar o local da ascensão do profeta Maomé aos céus, segundo a tradição islâmica. O edifício sobreviveu a séculos de guerras, terremotos e reformas, e é considerado uma das primeiras grandes obras-primas da arquitetura islâmica. Ao longo do tempo, foi restaurada e adornada com mosaicos, azulejos e, recentemente, ganhou uma cúpula revestida a ouro que a torna visível de grande distância.
O acesso à Cúpula da Rocha para não muçulmanos não é permitido, então sua visita se limita à observação do exterior.
O Waqf Islâmico oferece informações online sobre horários de visitação e regras do local.
Vá cedo para evitar filas e aproveitar com mais tranquilidade a beleza do local.
Vista roupas discretas com ombros e pernas cobertos, mas, se precisar, eles emprestam lenços e saias (para homens e mulheres) na entrada.
Alerta:
Infelizmente, o Monte do Templo é uma das áreas mais sensíveis de Jerusalém, com tensão política e religiosa constante.
O Monte do Templo tem forte presença policial e tensão, independente da época do ano (com muitos guardas das forças israelenses nada simpáticos, diga-se de passagem).
Se possível, evite visitar a região (e Jerusalém, como um todo), na semana que antecede a Páscoa: historicamente, esse período aumenta as chances de conflitos religiosos/políticos por lá.
O acesso de não muçulmanos é restrito a horários específicos e pode ser fechado sem aviso em dias de celebração islâmica ou em períodos de tensão.
Curiosidade:
A cúpula original era de madeira, e o ouro só foi aplicado em 1993, doado pelo Rei Hussein da Jordânia.
A Cúpula da Rocha é considerada um dos primeiros exemplos de arquitetura islâmica monumental e foi pintada de ouro no século XX, tornando-se um ícone visual de Jerusalém.
O edifício é um dos primeiros exemplos de uso de mosaicos não figurativos na arquitetura islâmica, com padrões geométricos e inscrições corânicas.
A rocha central é venerada também por judeus, que a associam ao local do sacrifício de Isaac e ao Santo dos Santos do Primeiro e Segundo Templo.
A Cúpula da Rocha é um dos símbolos mais fotografados de Jerusalém, aparecendo em postais, documentários e séries sobre a cidade.
Imperdível! Cheque os horários de visitação antes de ir e, se não for muçulmano, evite o Ramadã, pois os horários de visita ficam ainda mais restritos. Deixe de lado os comentários que dizem que é super difícil entrar, que as filas são imensas e demoradas, que barram muita gente após horas de espera. Fui em uma quinta de manhã e entrei em menos de 10 minutos. Havia fila, mas andou muito rápido. Se for com as pernas ou ombros à mostra, pedirão que vista um grande tecido para cobri-las(os). Não leve canivete e afins, nem objetos religiosos, pois sua entrada pode ser barradas. Dica de acesso: a entrada é no canto direito ao lado do acesso ao Muro das Lamentações. De domingo a quinta das 8:30-10:30 e das 13:30-14:30.
Muito bonito. Checar horarios especificos em que turistas podem entrar antes de ir. A entrada é perto do muro das lamentações tendo que passar por uma ponte com fiscalizacao na área judia. Infelizmente, nao mulçumanos nao tem acesso a dentro do domo. Mesmo assim, vale a pena pela beleza e historia do local.
TOP TOP TOP....
nunca imaginei que Israel fosse tao bonito e com coisas super baratas, tem muito lugar maravilhoso aqui...
Viajar é mais do que a visão de pontos turísticos, é mudança que acontece, profunda e permanentemente, no conceito sobre o que é a vida.
Lugar muito bonito e com muita história e significados. Vale muito a pena a visita. Para entrar deve seguir através da ponte que há depois da entrada do muro das lamentações, a outra entrada é apenas para o isla