O museu é uma recriação da infame The Clink, uma prisão que operou por mais de 600 anos. O local é escuro, úmido e focado na "experiência" de como era ser um prisioneiro ali. Você verá instrumentos de tortura, ouvirá histórias de crimes bizarros e poderá entender como a corrupção e a miséria ditavam as regras do sistema penal da época.
História
Datada de 1144, a prisão era propriedade do Bispo de Winchester. Sim, uma prisão gerida pela Igreja! Originalmente, servia para punir quem desobedecia às leis religiosas ou quem causava confusão nos bordéis e tabernas da região (que também pertenciam ao Bispo...). O nome "The Clink" supostamente vem do som do metal batendo quando as portas das celas eram trancadas ou das correntes dos prisioneiros. Ela foi destruída em 1780 durante os motins de Gordon e nunca mais foi reconstruída, virando museu séculos depois.
Diferente de muitos museus, aqui você pode tocar em algumas réplicas de instrumentos de tortura e até tirar fotos "preso" em alguns deles. É o paraíso das fotos turísticas engraçadas (ou mórbidas).
Alerta:
O museu usa efeitos sonoros de gritos, correntes e luzes baixas para criar o clima. Se você está com crianças muito pequenas que se assustam fácil, talvez seja melhor evitar.
Curiosidade:
A prisão foi tão famosa que "The Clink" se tornou uma gíria na língua inglesa para designar qualquer prisão no mundo. Quando alguém diz "He's in the clink", está dizendo que a pessoa está atrás das grades.
Os prisioneiros tinham que pagar por tudo: pela comida, pela cama e até para que seus grilhões fossem mais leves. Quem não tinha dinheiro, dependia da caridade de quem passava pela rua.
E um lugar interessante para conhecer. Mas não tão divertido.🤣🤣🤣 a sensação de estar em um lugar desse nos transfere ao passado e nos faz imaginar como sofreram as pessoas que tiveram que viver esses horríveis momentos. Seja por algo mal que fizeram ou por injustiça.
O museu da Prisão Clink, uma das mais antigas prisões medievais de Londres, fica no local exato onde era a prisão. O nome “clink” possivelmente foi derivado do som que os metais pesados das portas e correntes faziam e deu origem à gíria inglesa “in the clink”, que significa “na prisão”.
Lá podemos ver reproduções fiéis de equipamentos e instrumentos de punição, como a cadeira de tortura, o cavalete e o degolamento.
Também conseguimos aprender um pouco sobre as condições de vida dos prisioneiros. Era um ambiente sujo, insalubre e quem tinha mais grana conseguia sobreviver melhor, alugando cela, cama, e comprando comida e água, o que não é muito diferente das condições de hoje em dia.
A prisão Clink foi fundada por volta do ano 1100 durante o reinado de Henrique I e foi usada para prender prisioneiros civis e religiosos. Além disso, também abrigava pessoas acusadas de crimes como a prática de feitiçaria e heresia. A prisão Clink passou por muitas mudanças ao longo dos séculos e foi usada continuamente como uma prisão até 1780, quando foi fechada devido às condições terríveis de vida dos prisioneiros.
Hoje, o museu serve como um lembrete histórico das condições terríveis que os prisioneiros enfrentavam durante séculos em toda a Europa.