É uma reconstrução fiel do teatro original de 1599, onde William Shakespeare escreveu e encenou suas maiores peças. É um teatro ao ar livre, em formato circular (o famoso "O de madeira"), construído usando técnicas e materiais da época, como carvalho e palha.
História
O original foi destruído por um incêndio em 1613 (causado por um canhão de cena!) e fechado pelos puritanos em 1642. A reconstrução que vemos hoje foi o sonho do ator e diretor americano Sam Wanamaker, que passou décadas lutando para reconstruir o teatro o mais próximo possível do local original (que fica a apenas 200 metros dali). Foi inaugurado em 1997.
Você pode fazer uma visita guiada (paga) que te levará para dentro do auditório enquanto conta a história do teatro.
Se quiser ver uma peça de Teatro, os ingressos para as cadeiras podem ser caros, mas a tradição dos "Groundlings" continua viva: você pode comprar ingressos para assistir à peça em pé, no pátio central (ao relento), por apenas £5 a £10. É a forma mais autêntica de ver Shakespeare!
Se você comprou ingresso para os assentos de madeira, saiba que eles alugam almofadas por algumas libras na entrada: suas costas e seu "bumbum" vão agradecer!
Ao lado do Globe principal, existe um teatro menor, coberto e iluminado apenas por velas: o Sam Wanamaker Playhouse. É mágico para assistir peças de inverno.
Alerta:
O centro do teatro é aberto. Se começar a chover e você estiver no pátio (em pé), você vai se molhar. Não é permitido abrir guarda-chuvas para não atrapalhar a visão dos outros; use uma capa de chuva.
O teatro principal (ao ar livre) só funciona para peças entre abril e outubro. No inverno, apenas os tours e as peças no teatro interno (Sam Wanamaker) acontecem.
Curiosidade:
É o único edifício em Londres com teto de palha (thatched roof) desde o Grande Incêndio de 1666. Foi necessária uma permissão especial (e muitos sistemas modernos de aspersores contra incêndio) para que ele fosse construído assim.
No tempo de Shakespeare, se o público não gostasse da peça, eles jogavam comida nos atores. Hoje, a etiqueta mudou, mas a interação entre atores e público ainda é muito intensa devido à proximidade.
Gostei bastante da visita, apesar de ter achado com poucas informações mais relevantes sobre Shakespeare e sua obra. As informações foram mais sobre a construção do Globo que não e o original e também não foi construído no exato local onde era. Mas a principal questão, para mim, foi que a visita não teve a opção de tradução para outras línguas. Havia somente um folheto bastente suscinto em diferentes línguas. O preço é caro e poderia disponibilizar (como em vários outros museus) tradução em áudio em diferentes línguas. Não há justificativa para isso. Também é pouco acessível para todas as pessoas, não possuindo acessos com espaços indicados e outras formas de entendimentos para pessoas com deficiências. Somente uma maquete que não pode ser tocada por pessoas ceas ou de baixa visão.
Local que respira história apesar da sua quase total reconstrução na década de 90 e da sua reconstrução após o grande incêndio de Londres no século 16 não ter sido realizada no mesmo local, mas sim numa zona próxima (cerca de 200 mtrs para mais próximo do rio Tamisa)
Fizemos o queer tour no final do dia e valeu cada centavo. Soubemos UK pouco mais sobre Shakespeare, mas também os personagens queer de suas histórias e até mesmo da época. Antes, jantamos no restaurante que tem no próprio museu. É fundamental comprar ingressos com antecedência pois acabam rápido.
Embora as peças criadas por Shakespeare ( 1564-1616 ) tivessem sido apresentadas no sítio original do Globe Theatre, situado na Park Street, este lugar nos transporta à época quando foram representadas as peças de William Shakespeare como Hamlet, Othello, King Lear e Macbeth.