O museu está instalado em uma casa vitoriana estreita de seis andares que foi totalmente cenografada para recriar a atmosfera sombria de Londres em 1888. Cada andar representa uma cena diferente: há uma recriação detalhada da delegacia de polícia com as pistas da época, o quarto de uma das vítimas, o suposto "covil" do assassino com instrumentos cirúrgicos e o necrotério. É uma experiência imersiva e cenográfica focada na história das vítimas, nas investigações policiais e no mistério que dura mais de um século sobre a real identidade do assassino.
História
O museu abriu as portas em 2015 e, desde antes da inauguração, já causou um bafafá enorme na cidade. O criador do projeto, Mark Palmer-Edgecumbe (ex-diretor de diversidade do Google), havia pedido autorização à prefeitura dizendo que faria um "Museu da História das Mulheres do East End". Quando as portas abriram e o público viu que era, na verdade, um museu sobre o Jack, o Estripador, a comunidade local protestou bastante. Com o tempo, o museu se reajustou, focando muito mais na vida, na história e no contexto social difícil daquelas mulheres (as vítimas) do que na glamourização do assassino.
Intensidade de Esforço
Esforço baixo
Público
Inadequado pra crianças
Tempo de visita (minutos)
60
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Dica/Vantagem:
- Se quiser uma imersão maior neste mundo, combine a visita com um daqueles famosos walking tours noturnos guiados pelas ruas escuras de Whitechapel para ver os locais reais dos crimes.
- No andar que simula o quarto do Jack, você vai ver uma mesa cheia de cartas originais, frascos de veneno e exames médicos. É o cenário perfeito para entender as teorias de que o assassino poderia ser um médico renomado ou até alguém da realeza.
- O andar dedicado a Mary Ann Nichols, Annie Chapman, Elizabeth Stride, Catherine Eddowes e Mary Jane Kelly é o mais tocante. Vale a pena ler sobre quem eram elas antes de virarem manchete de jornal.
Alerta:
- Não é um passeio recomendado para crianças muito pequenas ou mesmo pessoas muito sensíveis a temas de violência real. O museu reconstrói cenas de crimes e mostra ilustrações e fotos de necrotérios da época vitoriana.
Curiosidade:
- No museu, você pode ver uma réplica idêntica da famosa carta "From Hell" (Do Inferno), enviada ao comitê de vigilância de Whitechapel em 1888, que veio acompanhada de metade de um rim humano preservado em vinho. É um dos episódios mais assustadores da história criminal mundial.
- O museu abriga o apito original usado pelo policial Edward Watkins na noite em que ele encontrou o corpo mutilado de Catherine Eddowes na Mitre Square. Esse apito era o equivalente ao "chamado de rádio" da polícia vitoriana.
Não voltaria, achei interessante, mas não fica claro se são itens reais dos crimes.
Cria o ambiente da época em que Jack aterrorisava Whitechapel
Experiência surpreendente, vários detalhes sobre a trajetória de Jack
Bastante original, mostra os ambientes de época. O visitante transita livremente pelos ambientes.
Passeio diferente e bem legal pra quem se interessa. Conta a história das vítimas e recria alguns cenários.