O Centro Histórico de Embu das Artes é um convite a uma viagem no tempo, com suas ruas de paralelepípedos e construções coloniais bem preservadas. É aqui que a efervescência cultural da cidade se manifesta, com a famosa Feira de Arte e Artesanato, galerias, antiquários, restaurantes e museus que contam a rica trajetória do município.
História
A história de Embu das Artes remonta ao século XVI, com a fundação da Aldeia do M'Boy pelos jesuítas entre 1555 e 1559. O Conjunto Jesuítico Nossa Senhora do Rosário, formado pela igreja e a antiga residência dos padres, é uma das poucas obras remanescentes do século XVIII no estado de São Paulo e foi o primeiro bem tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em São Paulo, em 1938.
Se possível, visite em um sábado, domingo ou feriado para vivenciar a Feira de Arte e Artesanato (funciona aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 18 hrs).
Visite o Museu de Arte Sacra dos Jesuítas: É uma atração imperdível para quem se interessa por história e arte barroca.
Caminhe pela Viela das Lavadeiras: é um local charmoso e fotogênico, com grafites e pequenos comércios.
Alerta:
Negocie (com respeito!): Ao comprar artesanato, lembre-se que você está adquirindo uma obra de arte e o trabalho do artista.
Curiosidade:
O nome "Embu" é uma corruptela de "M'Boy", que em tupi antigo significa "rio das cobras".
A partir do século XX, com a chegada de artistas como Cássio M'Boy, Mestre Sakai e Assis do Embu, a cidade consolidou sua vocação para as artes. A Feira de Arte e Artesanato, iniciada em 1969, transformou o Centro Histórico em um polo de atração turística e cultural.
Embu das Artes já foi simplesmente "Embu", mas teve seu nome alterado oficialmente em 2011 para "Embu das Artes", em reconhecimento à sua forte vocação artística e cultural.
A cidade atraiu artistas e hippies nos anos 60, que começaram a expor seus trabalhos nos finais de semana, dando origem à feira.
O centro histórico preserva as ruas de paralelepípedo e casas antigas. O local é bem policiado e as ruas são dedicadas a circulação de pessoas, não havendo o tráfego de veículos. Existem várias barraquinhas e lojas, sendo possível comprar vários itens de artesanato, móveis e produtos alimentícios como doces, queijos e licores que são todos deliciosos. O aspecto negativo são os banheiros públicos que estão em um estado lastimável.
centro histórico muito bom para passear, comprar alguns itens de decorações...souveniers..tem bom restaurantes bem em conta..dificil é achar um vaga para estacionar..cuidado..pois colocar local proibido é multa na certa!
O lugar é agradável para passeio, artesanato, no dia que fui tinha uma apresentação de uma banda de instrumentistas que tocaram muito bem. Achei o comércio um pouco explorativo.. não me refiro ao artesanato e sim aos estabelecimentos locais. A infraestrutura é ótima, porém, estava garoando e ao deixar o guarda chuvas em frente a uma loja foi furtado, fiquei muito chateado. Não é pelo valor mas sim pela situação. Não penso em retornar tão cedo para uma nova visita.
Uma delícia de lugar para passear. Ver e comprar artesanato, tapetes, mantas, móveis rústicos, além de muitas coisas gostosas para comer. Recomendo demais!