O Museu Municipal Andreas Thaler, carinhosamente chamado de "Castelinho", é uma construção imponente em estilo alpino que abriga um rico acervo sobre a colonização austríaca na região. Localizado no centro da cidade, o museu oferece aos visitantes uma imersão na história e cultura dos imigrantes tiroleses que fundaram Treze Tílias.
História
Construído entre 1934 e 1936, o "Castelinho" foi a residência da família de Andreas Thaler, fundador de Treze Tílias. Inspirado na Escola de Agricultura de Rotholz, no Tirol austríaco, o edifício reflete a arquitetura típica da região. Em 1990, a casa foi transformada em museu municipal, preservando a memória da colonização austríaca.
Belo prédio.
Infelizmente no dia e horário de nossa passagem por lá o mesmo estava fechado, mesmo assim valeu passar por lá e observar que nas casas da cidade, e até mesmo o coreto em frete à prefeitura são conhecidos como campanários ou, em alemão, Dachglocken, esses marcos são típicos da Áustria e do Sul da Alemanha, carregados de história e a arquitetura dos antepassados. São construídos em madeira, com telhados cônicos e sinos de alumínio ou bronze. Seu papel era crucial na comunicação e nos eventos cotidianos, desde celebrações como casamentos até convites para refeições e alertas de incêndio, porém hoje são apenas ornamentais.
Uma visita ao passado. Vale a experiência. Pedem uma contribuição voluntária de R$5. Tem muitos itens antigos, um vídeo contando a história. Casa super bem conservada.
História da imigração Austríaca.
Casa histórica transformada em museu, com peças que fizeram parte da imigração.
O importante resgate histórico da fundação da cidade de Treze tílias. Fomos bem recebidos pela atendente. Muito interessante conhecer.
Muito tradicional e bonito este lugar. Uma casa de uma família tradicional foi doada e aproveitaram para contar a história da colonização por meios de vários objetos ali expostos.
O Museu Andreas Thaler conta a história da colonização austríaca em Treze Tílias. O prédio é bonito e bem preservado, com móveis antigos, fotos e objetos da época. Vale a visita pra quem gosta de história.