Construído sobre uma rocha, ele se destaca pela sua arquitetura militar colonial e pela vista estratégica que oferece para o canal que separa a Ilha de Santa Catarina do continente. Hoje, o forte abriga o Museu de Armas Major Lara Ribas, exibindo peças militares e contando um pouco da história da defesa da ilha.
História
O Forte Santana foi construído entre 1761 e 1763, durante o período colonial português, sob as ordens do então governador da Capitania de Santa Catarina, Francisco de Sousa e Faria. Sua principal função era proteger a entrada da Baía Norte e o acesso à capital da ilha, atuando em conjunto com outras fortalezas do sistema defensivo da Ilha de Santa Catarina, como as fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim, São José da Ponta Grossa e Santo Antônio de Ratones.
Não deixe de visitar o pequeno Museu de Armas Major Lara Ribas, que fica dentro do forte. Ele tem um acervo interessante de peças militares e ajuda a entender a função histórica da fortificação.
Alerta:
Por estar em uma área central e movimentada, encontrar estacionamento pode ser um desafio. Considere usar transporte público ou aplicativos.
Curiosidade:
O Forte Santana faz parte do Sistema Defensivo da Ilha de Santa Catarina, um conjunto de fortalezas construídas no século XVIII para proteger a ilha de invasões, especialmente espanholas.
O museu dentro do forte é mantido pelo Exército Brasileiro, o que garante a preservação do acervo e a memória militar do local.
O forte localiza-se literalmente em baixo da ponte Hercílio Luz. Fazia parte do sistema defensivo contra os invasores de além mar, e foi construído pelos portugueses na ilha de Santa Catarina, Florianópolis.
Restaurado recentemente tá lindo. Pronto para ser visitado.
Na parte interna do forte há maquetes das fortalezas construídas na ilha no século XVI.
Importante, às segundas feiras fica fechado.