O Musée Royal d’Art & d’Histoire é um museu gigantesco que reúne coleções de arte e objetos históricos de várias partes do mundo: do Egito Antigo ao Extremo Oriente, passando pela Bélgica medieval. Ou seja, é aquele tipo de museu em que dá pra passar horas descobrindo tesouros culturais.
História
O museu tem origem nas coleções reais do século XIX e foi consolidado oficialmente no início do século XX. Em 1926, foi instalado no Parc du Cinquantenaire, dentro de um dos edifícios monumentais do complexo. Desde então, ampliou seu acervo para incluir não só arte europeia, mas também peças arqueológicas, etnográficas e decorativas de várias partes do mundo.
IMPERDÍVEL! Tivemos ontem a noite por causa do Bright Festival, e hoje cedo ja fomos la pra ver todas as obras! Coleçao fantastica, organizacao perfeita e muita coisa exclusiva!
As coleções do Museu de Arte e História estão divididas em quatro partes:
- arqueologia nacional
- Antiguidade Clássica
- civilizações não europeias
- artes decorativas europeias
O destaque está nas Artes Européias com salas especiais dedicadas a aArt Noveau de Nino Horta e também a boa coleção de arte Grego Romana com um Nartex de exposição muito bem construído e de grande beleza.
As primeiras coleções do museu foram reunidas durante os reinados dos duques da Borgonha e, posteriormente , dos arquiduques dos Habsburgos , e foram colocadas em vários locais de Bruxelas, sua capital. Em 1847, o recém-formado Reino da Bélgica adquiriu as obras de arte que foram colocadas no Halle Gate sob o nome de Musée royal d'Armures, d'Antiquités et d'Ethnologie ("Museu Real de Armaduras, Antiguidades e Etnologia"). Em 1889, o portão ficou muito pequeno e as coleções foram transferidas para o Parc du
Cinquantenaire/Jubelpark (exceto pelas armaduras e armas que ainda permanecem no portão).
Durante o período entre guerras , as coleções cresceram consideravelmente devido às expedições científicas belgas ao redor do mundo, principalmente em Apamea ( Síria ), no Egito pelo egiptólogo Jean Capart e na Ilha de Páscoa em 1936, ou por escavações em sítios arqueológicos em toda a Bélgica. Muitos belgas ricos também doaram obras de arte para o museu. Em meados do século XX, uma nova ala foi construída na parte oeste do edifício para abrigar as coleções de antiguidade clássica
Um dos itens que chama atenção no acervo são os belos trabalhos em madeira, além de algumas tapeçarias que cobrem paredes inteiras. Itens ligados à religião também são bem abundantes e o local em si é bem bonito, com um jardim pra relaxar e tirar fotos.
Excelente museu! Tem um acervo permanente muito amplo de povos antigos. Apesar de em muitas reviews pela internet indicar que o passeio dua em média 2 horas, se você gostar do assunto e quiser ver realmente todas as peças do acervo você levará facil-fácil cinco a seis horas.
Todas as placas e informações estão em francês e em holandês, então aconselho você a instalar o google tradutor com captura para foto para traduzir algumas placas com informações importantes. O staff fala inglês, então você provavelmente não terá problemas para entrar e se comunicar com eles dentro do museu.
Se você for ao museu e não tiver tempo de ver tudo, recomendo que não deixe de ver as múmias na sessão do egito antigo e a sessão dos povos antigos do oriente médio, no subsolo. A sessão dos povos do extremo oriente também é interessante para uma visita mais compacta.
Quando fui o museu estava bem vazio. Comprei os tickets na hora em que cheguei. Entretanto, recomendo que olhe o site deles antes para checar se existem muitas reservas para o dia. Quando chequei no dia anterior quase nenhum ticket tinha sido vendido, então arrisquei ir sem reservar com antecedência.