O South African Jewish Museum é o museu que conta a história da comunidade judaica na África do Sul, ou seja, sua origem, migrações, cultura, desafios e contribuições para o país. É um espaço moderno e interativo, com exposições multimídia, artefatos históricos, espaços sensoriais e uma reconstrução de um "shtetl" (vilarejo judaico da Europa Oriental), que ajuda a dar dimensão humana à narrativa.
História
A ideia de criar esse museu surgiu em meados dos anos 1990, quando o filantropo Mendel Kaplan decidiu transformar o antigo acervo da comunidade judaica do Cabo num museu mais amplo para o século XXI. O museu foi inaugurado oficialmente em dezembro de 2000, numa cerimônia com o Nelson Mandela, transformando o que era um pequeno registro histórico em algo abrangente e acessível. Ele ocupa um complexo que inclui a sinagoga histórica mais antiga do país, a Gardens Shul (mais precisamente a "Old Shul", de 1863), integrando passado e presente.
Intensidade de Esforço
Esforço baixo
Tempo de visita (minutos)
60
Dica/Vantagem:
- Não perca a reconstituição do "shtetl" da Europa Oriental: é uma forma muito visual e humana de entender de onde vieram os judeus que migraram para a África do Sul.
- Veja a coleção de artefatos judaicos históricos e a seção com objetos raros: esses detalhes contam muito da história de identidade, migração e memória.
- Combine a visita com o vizinho Cape Town Holocaust & Genocide Centre, pois eles ficam no mesmo complexo, e juntos contam uma história mais ampla de migração, tolerância e direitos humanos.
Alerta:
- O museu fecha aos sábados e feriados judaicos: se estiver planejando sua viagem, vale checar as datas.
Curiosidade:
- A visita começa pela antiga sinagoga do século XIX: a Old Shul é considerada a sinagoga mais antiga da África do Sul.
- Além da história judaica local, o museu também abriga uma das maiores coleções de netsuke (pequenas esculturas japonesas) fora do Japão: algo bem inusitado e fascinante.
Bom lugar para um choque de cultura.
O museu é belíssimo e muito bem apresentado, oferecendo uma visão profunda sobre os judeus da África do Sul. Também almoçamos lá, o que foi ótimo, e adoramos conversar com a simpática senhora da loja de lembrancinhas. O povo judeu, como muitos outros, tem muitas histórias para contar; aprende com o passado e sempre olha para o futuro com esperança. Em diversos países e comunidades, os judeus têm sido, há muito tempo, uma luz para as nações, contribuindo positivamente para todas as sociedades em que viveram, fazendo delas seu lar, amando-as, defendendo-as e valorizando-as. É notável como um grupo relativamente pequeno de pessoas tem sido parte integrante da história e deixado sua marca em todos os cantos do mundo.
Você precisa passar por um rigoroso controle de segurança para entrar no local e, finalmente, chegar ao museu. Quer você queira ou não, eles vão tirar uma foto do seu passaporte.
A verdade é que este museu é uma verdadeira joia que eu não esperava encontrar na Cidade do Cabo. Acho que é um museu digno de estar na Alemanha, em Israel, em Auschwitz, etc.
O museu revisita toda a história da Segunda Guerra Mundial de uma perspectiva da Cidade do Cabo e inclui exposições originais.
Há algumas salas que imitam perfeitamente a infraestrutura dos campos de concentração; é realmente impressionante.
Muito maior e ainda mais bonito do que eu esperava. Tem uma história muito interessante sobre os judeus na África do Sul, não apenas na Cidade do Cabo, e até uma réplica de um Shetl lituano. Tem um navio antigo, uma Torá e muitas histórias judaicas maravilhosas. Uma loja de presentes maravilhosa exibe obras de arte feitas por moradores de Astra, uma casa de apoio social a alguns quarteirões de distância.