O Workers’ Museum é um museu pequeno, intenso e super importante, que conta a história dos trabalhadores migrantes (majoritariamente negros) que ajudaram a construir Joanesburgo. O museu preserva os dormitórios precários onde eles moravam, incluindo uma "sala de punição", enquanto conviviam com regras duras e desigualdades.
História
O edifício original era um "municipal workers’ compound" criado em 1913 pela prefeitura de Joanesburgo para abrigar trabalhadores da cidade. Com o tempo, esse tipo de alojamento tornou-se sinônimo das habitações para trabalhadores migrantes: muitos vinham de áreas rurais da África do Sul ou de outros países, deixando família pra buscar emprego "na cidade do ouro". O compound original encerrou sua função nos anos 1980. Mais tarde, devido à sua importância histórica, o local foi restaurado e transformado em museu. O edifício foi declarado monumento nacional em 1996.
Acessível
Parcialmente acessível
Intensidade de Esforço
Esforço baixo
Tempo de visita (minutos)
60
Dica/Vantagem:
- Dedique um tempo para refletir, pois o objetivo do museu não é ser "bonitinho", mas, sim, abordar assuntos como desigualdades e histórias reais de trabalho duro.
- O museu preserva beliches de concreto e dormitórios coletivos: um retrato real do que era "moradia" para trabalhadores migrantes no século XX.
- Há relatos reais (vídeos, fotos, documentos) de antigos moradores recordando a rotina: regras rígidas, sistemas de controle, distância da família e longas jornadas.
Curiosidade:
- O local original funcionou ativamente até os anos 1980: ou seja, não é tão antigo assim de ser desativado; reflete uma parte recente da história da cidade.
Da entrada do Museu dos Trabalhadores, você entra em um mundo diferente, habitado por trabalhadores migrantes locais e regionais que buscavam sustentar suas famílias ou perseguir seus sonhos de uma vida melhor. A história é rica em tristeza e repleta de esperança. Os espaços de convivência e os chuveiros tocam seu coração! Você sairá deste museu com uma sensação de gratidão pela vida que leva atualmente.
Vale a visita, sem dúvida – algumas horas, no máximo.
A história deste museu é rica. Ela pinta um quadro claro de como os homens negros eram tratados nos setores de mineração e nos complexos. Lendo e ouvindo as histórias, percebe-se que alguns desses homens foram enganados sobre Joanesburgo, que era a cidade do ouro e que, uma vez lá, você já tinha chegado. Eles chegaram lá apenas para serem impedidos de conviver com mulheres e crianças dormindo em pisos de concreto.
O museu está fechado. Cheguei às 14h, no meio da semana, quando o Google disse que estava aberto.
Não parece que esteja aberto há algum tempo e há cercas sem nenhum sinal óbvio de desenvolvimento ou reabertura. O museu da África em frente está aberto, portanto não é um desperdício total de viagem, mas é uma pena que o Google diga que está aberto quando na verdade não está.
Museu pequeno, mas muito bem feito, à sombra do antigo edifício DeBeers, sobre a exploração de negros africanos e a escravidão financeira que ocorreram durante a corrida do ouro na África do Sul.
Esta é uma verdadeira joia na cidade, que oferece uma visão das condições de trabalho em um complexo para trabalhadores negros durante a corrida do ouro. Achei muito útil para entender as raízes do sistema de trabalho exploratório.
Também é um ótimo lugar para realizar workshops relacionados.
A equipe é simplesmente incrível e incrivelmente prestativa.